sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Máquina manual de costurar VESTA ( Vestazinha)






Nr. 1.798.798


Esta VESTA foi adquirida em uma pequena empresa dedicada à manutenção de máquinas de costurar de Passo Fundo. Estava travada, em mau estado de conservação e não valia a pena – na visão do proprietário da oficina -  ser recuperada.  Esta condição justificou o baixo valor pago.
Passou uns meses no “estúdio” do Mario Borrea até que entrou na linha de recuperação. Resultou destravada, lubrificada, a madeira – origina!! – sofreu um trato com anti cupim, e aí está ela lindaça e valorizada.
Fomos buscar um pouco de história no blog  do http://museumaquinascosturar.blogspot.com.br/. Por oportuno, vale uma visita àquele espaço.
“ VESTA (deusa romana do fogo),   Fabricadas pela LOD –  L.O. Dietrich, em Altenburg, Alemanha. As pequenas  “Vestazinha” foram fabricadas exclusivamente para países de língua portuguesa. A empresa foi formada em 1880, passando a produzir exclusivamente armas na segunda guerra, sendo fechada pelo exército alemão”.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Maquina fotográfica VOIGTLÄNDER BESSA

 Voigtländer Bessa Anastigmat  Voigtar 1:4.5
 Nr.964397 – made in Germany


















                                                                                                                
                                                                                                             http://www.youtube.com/watch?v=bU3sgD0fnns

                                                   
                                                                                        


                                                                           



















Esta câmera foi adquirida em setembro de 2013 na cidade de Praga, Republica Tcheca, num pequeno antiquário especializado em... relógios. Tava lá, meio que escondida num canto. O negócio foi feito rapidamente independente da dificuldade de linguagem, acho que o dono da bodega queria se livrar da máquina. Semanas mais tarde é que  fui dar-me conta da preciosidade que tinha  quando fui pesquisar sua origem; Voigtländer é marca disputada e valorizada entre os colecionadores, e esta, fabricada na década de 30 (estimativa).

Pequeno histórico:

Voigtländer, fabricante de máquinas fotográficas, empresa fundada em 1756, Austria, por John Christoph Voigtländer. Mais tarde transferiu sua sede para a cidade de Braunschweig, Alemanha. A partir de 1931 iniciou a fabricação da máquinas Bessa.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Maquina fotográfica WELTA

 Fabricação:  Jos Scheneider & Co. Kreuznac

 Made in Germany


Fole estendido em seu estágio máximo. 


Unidade de nº 338.777


Tenho compartilhado máquinas fotográficas antigas que recebemos como presente, ou adquirimos. Todas elas preciosas,  mas, mas... esta é a minha preferida. Foi comprada numa pequena ( pequena mesmo)  feira de antiguidades em Berlim, próximo a praça Alexanderplatz, que funciona aos sábados e domingos.
Foi fabricada pela empresa alemã  Jos Scheneider & Co. Kreuznac.  De fole, que se estende em três estágios e quando subtraído esconde-se em uma pequena caixa. Examinei seu mecanismo constatando funcionamento perfeito, considerando sua idade.
A fábrica foi fundada em 1913 – Optische Anstalt Jos Scheneider & Co. – sendo renomeada em 1921 para a razão social registrada na minha câmera.
As unidades com lentes XENAR foram lançadas em 1932, o que me dá uma idéia do ano de sua fabricação, porém não arrisco definir sua idade.


Comemorando a aquisição, e sua importância, chamamos Nat King Cole para apresentar o hino deste blog... El Choclo.


sábado, 28 de setembro de 2013

Maquina fotográfica AGFA ISOLETTE II

 Acervo da colaboradora Antiqua
Modelo introduzido em 1952. / Made in Germany.


Antiqua, nossa companheira de blog, olhando as duas ultimas  postagens  onde foram exibidas maquinas fotográficas decidiu compartilhar uma, preciosa, em forma, delicada, quase nova (cinquentona), de seu acervo que posou para o retratista e se mostra aí em cima, faceira da vida.
Vale um pequeno histórico fornecido pelo Dr.Google, lá vai;
“A AGFA foi durante décadas uma das maiores fabricantes mundiais  de filmes, encerrando sua divisão fotográfica em 2004, vendendo-a. Originalmente ( 1867) empresa belga, construiu  em 1912 uma fábrica na cidade de Leverkusen, na Alemanha. Considerado de médio formato, possui um fole que une a objectiva ao chassis permitindo seu fechamento e consequente facilidade de transporte do conjunto. Esta versão da AGFA ISOLETTE  foi introduzida em 1952”.

Esta página terá o cardápio completo, objetos antigos, um belo poema da poetisa passofundense Marlene Kremer, e para arrematar Trio Irakitan.



A FELICIDADE, PERMITE...

 Você finge que me namora
 e eu finjo que te acredito
 assim o viver mais se demora
 e o faz de conta se faz mais bonito.

 Você inventa uma canção por agora
 e eu resgato um refrão menos sofrido,
 enfrentemos juntos o passar das horas
 enquanto, cá dentro, acomoda-se amor dorido.

Você sai, bate a porta, diz que vai embora
e eu finjo nem dar te ouvidos:
se não nos alcança o romper da aurora
é porque admite nos ser esposa, marido...

Você não mais me credita, até ignora,
não sabes que amar é também impor limites?
adiemos, pois, tolices infundadas de outrora
que a vida apressa-nos e a felicidade, permite!

Por: Marlene 04/04/13





terça-feira, 24 de setembro de 2013

Máquina fotográfica Balda / Baldina


                                                                                      Fabricação; década de 40





Esta maquina fotográfica foi fabricada pela empresa alemã BALDA Werke Max Baldeweg, fundada em 1913, em Dresden,  Alemanha. Considerada “miniatura”, o modelo começou a ser fabricado em 1935. Esta foi  adquirida num sábado de setembro  de 2013 numa pequena feira nas imediações da Alexander Pl. , conhecida praça de Berlim/Alemanha.



A feirinha funciona aos sábados e domingos, nas cercanias da Alexanderpl (praça Alex).


Comprei mais algumas maquinas fotográficas na região visto que os preços são especialmente convidativos considerando a qualidade, idade e estado das mesmas. No decorrer do tempo estarei  compartilhando-as.


Encerrando, “colo “ uma pérola do amigo e poeta uruguaianense Luiz  Alberto Ibarra.





quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Máquina fotográfica PONTIAC MFAP



 Origem francesa
Mecanismo em perfeitas condições.


Estojo em  baquelite (?)



      Esta bela máquina fotográfica foi adquirida em Lisboa/Portugal numa daquelas inúmeras lojas de venda de antiguidades existentes naquela cidade. Não consegui identificar o nome do fabricante ( FRANCES) , data de fabricação e dados técnicos, embora tenha feito  pesquisas no  “Dr. Google”. Quem conseguir identificá-la  peço o especial obséquio de informar a este blog, a fim de completarmos sua ficha técnica. 


    "A MFAP (Manufacture Française d'Appareils Photographiques) , fábrica francesa de máquinas fotográficas, iniciou a produção em 1938 com as máquinas Pontiac.  Em 1951 a indústria foi transferida para o Marrocos e fechada em 1954.  Sua rara máquina,  com gabinete em baquelite, deve ter sido fabricada entre 1948 e 1950".   

     Recebemos hoje, 26/08/2013 as informações solicitadas do amigo Daltro D'Arisbo, diretor do museumaquinascosturar.blogspot.com.br/, que registramos acima. Dedicamos ao amigo a música eternizada por Cláudia Barroso... A vida é mesmo assim.






Temos ainda a companhia de Ricardo Reis...


Vem Sentar-te Comigo, Lídia, à Beira do Rio

Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos 
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
                   (Enlacemos as mãos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
                   Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
                   E sem desassosegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
                   E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
                   Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento —
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
                   Pagãos inocentes da decadência.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
                   Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,
                   Pagã triste e com flores no regaço.

Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Namoradeira


Dolores Duran sorrindo pra mim!


     Se tem alguma coisa que nós homens não resistimos é a um sorriso de mulher... claro, claro, seguido de outros atributos e encantos, mas, um sorriso é um sorriso.  Na reportagem anterior demos maior visibilidade ao retrato de um gravador PHILIPS modelo não lembro das quantas, fabricado em 1964, e ao final, em plano secundário,  apresentamos pela primeira vez Dolores Duran cantando  “A noite de meu bem”.  É de chorar.
     Bueno, o sorriso dessa mulher é tão lindo e tão particular, a impressão que se  tem  é que prá nós, ou melhor prá mim, que decidi compartilha-lo em primeiro plano.
     Complementando, sem  querer comparar o incomparável, vejam uma namoradeira antiga, que estava atiradona lá na oficina do Mario Borrea.  Não sei precisar sua época.   Negócio feito, o Mario concluiu sua restauração, passou pelo Pavim   para substituir o forro e eis essa preciosidade concluída  carregando consigo marcas de uma época   e arrancando de nós lembranças nostálgicas.

Olhem só!



terça-feira, 2 de julho de 2013

Gravador PHILIPS modelo EL 3586






País de origem; Holanda nr. 15564 – ano 1964


A  existência da fita, Basf, confere á peça importância especial.

     Esta peça com mais de 50 anos foi adquirida de um casal de italianos na cidade Treze Tilias, SC, donos de uma pequena loja onde vendiam artesanato da região. Não estava à venda mas como bons  italianos não resistiram  a um negócio e ... parlando, parlando, fechamos a compra.
     A primeira vista aparentava uma aparência horrorosa. Após uma boa limpeza transformou-se como podem apreciar nos retratos acima. O tempo, cinquentenário,  e as condições em que foi guardado não interferiram em seu funcionamento.
     Encerramos a reportagem de hoje com nossa convidada, Dolores Duran.
Escutem



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Abajour antigo – década de 50




     Esse abajour, posando pro retratista aí em cima, consegui com um amigo colecionador.     
     Troquei-o por  uma máquina de costura SINGER, antigona, em perfeito estado. Foi um bom  negócio para os dois.
     Pela história recolhida e alguma pesquisa a respeito  posso arriscar que seja da década de 50. O fio e o enchufe/plug atestam sua originalidade.
     Sabem quem é a convidada deste espaço. Nada mais nada menos do que Nubia Lafayatte, que teve sucesso na mesma época de nosso destaque de hoje.

     Escutem....  Fracasso



     E de lambuja, vejam só... vejam só... um poema de Marlene Kremer, poetisa passofundense;




 DESCOLORINDO FLORES
                                                                                                             
Tua ausência, amado, tem efeito
De frio
Aqui em mim
 Um gelo glacial
Invadiu-me... Tormento arredio
Desigual
...afins errantes - sabias?
E por ser visto como desleal
O abandono
O “mal” que enviaste de si, a mim
Consumiu-me em noites sem sono.
Informal, preenche-me os dias vazios
Discreto amargor
...enquanto
Sob o olhar curioso do outono
Condenas bromélias – matizes do nosso jardim
A murchar muito antes da vinda dos frios

               [morta a flor.
[arrepios.

Noites gélidas, Amor,
Pedem algo mais que um modesto cobertor.
                     
                                                  M. Hellen Loppez

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Namoro naquele tempo era assim...






Hoje não vou contar causo nenhum. Quero estar só nesta mesa de Bar pensando alto.   Faz bem. Se escutarem esta conversa introspectiva me digam: tenho ou não tenho razão?!


Namoro bom era o das antigas. Era assim naquele tempo, lembro...
Com a prima
Do flerte com a vizinha
Do beijo apurado
Do beijo no portão
Do beijo roubado
Do beijo com açúcar, então
Do footing na praça
Pego ou não pego na mão? Que dúvida atroz!
Como as coisas mudaram...
Meninas lindas, na melhor idade
Cabelos curtos, longos, em coque ninho
Rabo de cavalo, moda de gatinho... não importa, sedosos
De sapatinhos de dourada fivela, humm...
Quando pisavam, suspiravam flores
Que coisa mais bela, quanta delicadeza.
Queria um  só pra mim
Para emoldurá-lo em minha retina!
De vestido, com tubinho de broderie
De saia plissada, pregueada, de tafetá, organdi
 Petit poir,  de chita, não importa, não vem ao caso
Todos eles envelopando tesouros franzinos, virginais.
Querem mais! Querem mais!
Do corpinho acolchoado, imaginava, que seios escondiam!
Satanás!!!! Lúcifer!!! Me protejam. O quê? Por santos clamar!?
Não, não, eles não entendem disso. Tetas são coisa pra diabo administrar.
Tocá-los nem falar! Só um pouquinho, por favor, num só... Prometo que com respeito...
Lembro que um leve toque nos peitos arrancavam suspiros de donzela em chamas
Muito mais que incêndio em Roma, sensacional, que feito.
Medo de barata, que sensual. Aqueles gemidos Ai! Ai! Socorrooo!  Isso não existe mais... Hoje tão valentes, que lástima.
Passou, passou, não volta mais.
Como as coisas mudaram...
Meninas lindas, na melhor idade
Muito prazer! Seus lábios, mudos, carnudos, entreabertos, roucamente respondiam: este prazer é todo teu!
Lábios de mel, besuntados de glacê, em carne viva, pintados com batom.
Ah! Batom!  Sabor morango. Posso provar?! Não era meu? e então, por que sonegar? Egoístas...
Te espero na saída do colégio!
Que tal um sorvete? Ah! Só se for de baunilha. Exigentes, podiam.
Te encontro na missa!
Me autografas um santinho? Não, não, foto do Elvis não tenho! Me nego.
Recebeu meu bilhete? Responda, por favor! De preferência em inglês, diga:
Y love you!
Ou talvez em francês, mais  chique:
Je t’aime!
Melhor, taque um ósculo no papel e me mande. Mesmo que doa vou grampeá-lo no peito para levá-lo sempre comigo até meu último suspiro no derradeiro leito. Juro, juro por Deus nosso Senhor! Prometo! Assim será feito!
Era assim naquele tempo, lembro...
Esqueça, esqueça, esse tempo passou, passou...
Como as coisas mudaram... Ou mudamos nós... Mudamos nós.

Desculpem-me, hoje, só hoje, minha conversa no Bar mudou de tom, estou nostálgico.
Garçom, por favor, a saideira!
Oooo, garçom, por que estás chorando?! Não queria que escutasse isso. Chuta a tristeza pro lado e me atende. Depois vem, vem, puxa uma cadeira... Tens um ombro amigo... E conta teu causo, todos nós temos um.  Qual a razão? Quem foi a menina das antigas que enfiou uma baioneta sem fio em teu coração?
Homem de Deus,  estás te esvaindo em sangue!
Estanque esse sangramento
Tire-a  do pensamento,


Infante ainda... Faz tanto tempo, paixão empoeirada... Vencida...
Tenho a receita.
Teu caso é grave.  Para esquecê-la, dê um jeito.
Uma é pouco.
Arrume outras. Simples assim.
Aqui entre nós, não sei não, não sei não.

















Autor: Miguel Guggiana
Ilustração: Leandro Doro


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Rádio SEMP mod. P.T 036 série D








Rádio SEMP mod. P.T. série D – nr. 283749


         Este rádio, fabricado pela SEMP Rádio e Televisão S/A – Av. João Dias, 2476 São Paulo SP - , foi adquirido aqui em Passo Fundo do amigo Ivo Lovato que honestamente logo foi informando “não garanto que fale”.. Putz... Mas gostei da estrutura de madeira que embora judiada ainda mantinha a originalidade, o que é importante. E, ademais,  decidindo arriscar pensei,  “o Pinga Boni dá um jeito ”.
          Os retratos abaixo dão uma visão realística do estado do dito cujo quando chegou ao laboratório de restauração onde  passou por uma geral na estrutura e funcionamento.  O resultado final como podem visualizar foi muito bom; lindaço e falante!!!!!!
          Olhem só o trabalho que deu...






                                                                Iti Boni, em pleno trabalho de restauração!


       De lambuja curtam  Los Hiracundos que nos brindam com a música
Con la misma moneda


quarta-feira, 1 de maio de 2013

VENTOLÃO – sistema rústico de classificação de cereais


Fabricado por Tranqüilo Picolli, morador de Duas Léguas, interior de Barros Cassal. 
Fabricado na década de 20/30 (?)
    
   Num passado recente, década de vinte/trinta, os cereais, principalmente o feijão, pelas condições de disponibilidade de equipamentos e precariedade logística existentes era armazenado em primeiro momento nas condições de colheita, ou seja, com palhas e impurezas.
    Para colocá-los em condições ideais  para consumo, armazenamento ou  comercialização era necessário proceder sua limpeza, o que se efetivada manualmente, induziria a uma baixa capacidade de trabalho e resultaria num produto de duvidosa qualidade.
   Visando tornar a operação mais prática e segura o agricultor da época projetou  artesanalmente, nas condições disponíveis, diferentes para cada região  em função do ferramental, , mão de obra, e material, um equipamento que facilitasse a operação.
    Consistia a em um sistema rústico de ventilação que na época atendia aqueles requisitos.
    Surgiu, então, o ventolão, no linguajar dos colonos.
   A pesquisa quanto a identificação da época de fabricação das unidades  foi prejudicada pela condição artesanal de sua feitura, dependendo de depoimentos de agricultores que engenharam ou operaram  com as mesmas , já que não se originaram de escala industrial, com dimensões idênticas, número de série, etc, etc, embora mantivessem o mesmo conceito.